Josildo Oliveira apresenta propostas para valorizar trabalhadores e transformar demandas em políticas públicas
Com uma trajetória marcada pela atuação em defesa dos trabalhadores, Josildo Oliveira apresenta uma agenda com propostas voltadas à melhoria das condições de trabalho e ao fortalecimento das categorias profissionais. Entre as medidas estão iniciativas para garantir espaços adequados de descanso, criar canais de denúncia, ampliar a capacitação profissional e transformar dados sobre problemas trabalhistas em políticas públicas.
A chamada Lei da Dignidade no Trabalho prevê a garantia de espaços adequados para descanso, alimentação, higiene e acesso à água potável para trabalhadores que passam longos períodos fora de sua base.
“Não existe dignidade no trabalho quando o trabalhador não tem sequer um lugar adequado para descansar, se alimentar ou ter acesso à água potável. Precisamos colocar o respeito à pessoa que trabalha no centro das decisões.”, afirma Josildo Oliveira.
Outra proposta é a Lei do Canal Seguro do Trabalhador, que prevê uma plataforma para receber denúncias de assédio, discriminação, violência, descumprimento de direitos e condições inseguras de trabalho, com sigilo e encaminhamento aos órgãos competentes.
Transporte inclusivo e qualificação profissional
A agenda também contempla a Lei do Transporte Inclusivo e do Profissional Capacitado, com a proposta de certificação e capacitação permanente para trabalhadores que atuam diretamente com pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.
A intenção é qualificar o atendimento e, ao mesmo tempo, valorizar os profissionais que exercem essas funções.
“Inclusão não acontece apenas colocando uma pessoa dentro do transporte. É preciso ter profissionais preparados para atender com respeito, segurança e conhecimento.”, destaca o candidato.
Mulheres ganham espaço na agenda
A Lei Mulher no Transporte também integra o conjunto de propostas. A iniciativa prevê incentivo à qualificação e ampliação da participação feminina em áreas como transporte, mecânica, manutenção, transporte turístico, fretamento e transporte especial.
A proposta inclui ainda campanhas de enfrentamento ao assédio e à discriminação contra mulheres no ambiente profissional.
“A mulher precisa ter oportunidade de ocupar todos os espaços. No transporte, na mecânica, na manutenção ou na direção, competência não tem gênero.”, ressalta Josildo.
Dados para orientar políticas públicas
Outra proposta apresentada é a criação da Lei do Observatório Municipal das Condições de Trabalho, com um banco permanente de dados sobre acidentes, violência, assédio, adoecimento e condições precárias de trabalho.
A ideia é utilizar essas informações para identificar problemas recorrentes e subsidiar a formulação de políticas públicas.
“Precisamos parar de discutir os problemas apenas quando eles explodem. Reclamação precisa virar dado, e dado precisa virar política pública.”, defende.
Diálogo antes que o conflito se transforme em crise
Fechando o conjunto de propostas, Josildo apresenta a Lei da Mesa Permanente dos Trabalhadores, concebida como um espaço de diálogo entre trabalhadores, sindicatos, empresas, Prefeitura e Câmara.
A proposta prevê discussões sobre condições de trabalho, acompanhamento de contratos públicos, prevenção de conflitos e busca de soluções antes que as divergências evoluam para crises ou paralisações.
“O diálogo não pode acontecer somente depois que começa uma greve ou quando o problema já tomou grandes proporções. É preciso sentar à mesa antes, ouvir quem trabalha e buscar soluções.”, afirma.
Uma agenda baseada em quem move a cidade
As propostas apresentadas por Josildo Oliveira têm como eixo central a valorização de quem está diariamente nas ruas, empresas, serviços e diferentes setores da economia.
Para o candidato, a atuação política precisa partir das necessidades concretas da população e criar mecanismos permanentes para ouvir trabalhadores e acompanhar as condições em que as atividades profissionais são realizadas.
“Quem move o Brasil precisa ser ouvido. Minha proposta é levar essa experiência para o debate nacional e defender políticas que tenham o trabalhador como prioridade.”, conclui Josildo Oliveira.

