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Jaildo Oliveira fiscaliza terminal de ônibus e denuncia riscos aos trabalhadores em Manaus

Vereador do PV aponta buracos, falta de manutenção e condições precárias no Terminal das linhas 013, 118, 121, 127, 128 e 129 e cobra providências imediatas da Prefeitura e da empresa responsável

O vereador Jaildo Oliveira (PV) esteve nesta terça-feira (20) no terminal que atende as linhas 013, 118, 121, 127, 128 e 129, realizando uma fiscalização rigorosa das condições de trabalho enfrentadas pelos rodoviários. A vistoria revelou um cenário preocupante: problemas estruturais na parte interna e externa do terminal, buracos na área de circulação dos ônibus e ausência de manutenção adequada, colocando em risco tanto trabalhadores quanto usuários do transporte público.

De acordo com o parlamentar, o estado do piso é alarmante. Os buracos podem causar danos graves aos veículos, como a quebra da mola do ônibus e do pino de centro, itens essenciais para a segurança da operação. O problema, segundo Jaildo, vai além do prejuízo material: há relatos de que, em casos de avarias, empresas tentam transferir a responsabilidade financeira para os trabalhadores.

“Isso é inaceitável. Se o terminal não oferece condições adequadas, a empresa não pode, em hipótese alguma, cobrar esse tipo de avaria do trabalhador”, afirmou o vereador.

Durante a fiscalização, Jaildo Oliveira também destacou a situação dos banheiros, que necessitam de reforma urgente, reforçando que a precariedade afeta diretamente a dignidade e a saúde de quem trabalha diariamente no local.

“Estamos falando de pessoas que passam horas aqui todos os dias. Trabalho digno exige estrutura mínima, respeito e segurança”, reforçou.

Ao final da visita, o vereador anunciou que irá encaminhar um relatório à Prefeitura de Manaus e à empresa responsável pelo terminal, exigindo ações rápidas e efetivas para sanar os problemas identificados.

“Vou levar essas demandas à Prefeitura e à empresa responsável. O que está em jogo é a segurança do trabalhador e a qualidade do serviço prestado à população. Providências precisam ser tomadas com urgência”, concluiu Jaildo Oliveira.

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